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A Área Técnica de Solos – ASO tem desenvolvido tecnologias e métodos para o uso e manejo sustentado dos solos agricultáveis do Paraná. Antes da década de 70, o uso da terra agricultável sem se preocupar com o problema da erosão foi uma prática muito comum. As perdas de solo eram bastante altas devid
o ao preparo excessivo, à queima das palhadas e à pulverização do solo pelo uso de implementos pesados. Essas práticas levaram à degradação do solo pela intensa desagregação, erosão, empobrecimento da fertilidade, perda da matéria orgânica e da atividade biológica; bem como o aumento da acidez dos solos, com conseqüente assoreamento de lagos e rios.A partir de 1975 com o apoio dos técnicos e pesquisadores da Área de Solos, o IAPAR desenvolveu um programa de controle de erosão com a recomendação de técnicas de preparo reduzido de solo aliadas a um sistema de terraceamento para o controle do escorrimento das águas. No Paraná, nessa época se iniciou o plantio direto com alguns agricultores mais arrojados. Ao mesmo tempo pesquisadores do IAPAR iniciaram o processo de sistematizar os princípios e situações onde o sistema de plantio direto poderia ser adotado, bem como o estudo das várias rotações de cultura que favorecem a prática desse sistema. Aliadas a esses estudos, outras pesquisas foram desenvolvidas para definir parâmetros para o manejo adequado da fertilidade, diminuição da acidez, promoção da ciclagem de nutrientes e manutenção da atividade biológica do solo. Metas
Desenvolver tecnologias e métodos para o uso e manejo sustentado e produtivo dos solos agricultáveis do Paraná.
Telefone: (43) 3376 2214 / 2225 Telefone: (43) 3376 2300 - Londrina Resp. Téc.: Diva S. Andrade, Eng. Agrônoma, PhD Objetivos:
Telefone: (43) 3376 2213/2301 - Londrina Resp. Téc.: Marcos Antonio Pavan, Eng. Agrônomo, PhD Telefone: (42) 3229 2829 - Ponta Grossa Resp. Téc.: Luiz Antonio Zanão Junior |

o ao preparo excessivo, à queima das palhadas e à pulverização do solo pelo uso de implementos pesados. Essas práticas levaram à degradação do solo pela intensa desagregação, erosão, empobrecimento da fertilidade, perda da matéria orgânica e da atividade biológica; bem como o aumento da acidez dos solos, com conseqüente assoreamento de lagos e rios.