Boletim Técnico

Avaliação estadual de cultivares de milhoBT 88 – Avaliação estadual de cultivares de milho: segunda safra 201​6– 201​6​, ​52 p. (Pedro Sentaro Shioga, Antonio Carlos Gerage, Pedro Mário de Araújo, Rodolfo Bianco, Alberto Sérgio do Rego Barros e Adriano Augusto de Paiva Custódio).
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Apresenta resultados de avaliações realizadas na segunda safra de 201​6 envolvendo cultivares convencionais e geneticamente modificadas. Os ensaios foram conduzidos nos municípios de Cambará, Campo Mourão, Floresta, Londrina, ​Palotina, Primeiro de Maio, Santa Helena e Sertanópolis.​

Avaliação estadual de cultivares de milhoBT 87 – Avaliação estadual de cultivares de milho​: safra 2015/2016 – 2016, 66 p. (Pedro Sentaro Shioga, Antonio Carlos Gerage, Pedro Mário de Araújo, Rodolfo Bianco, Adriano Augusto de Paiva Custódio e Alberto Sérgio do Rego Barros).
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Apresenta os resultados de ensaios envolvendo 20 cultivares convencionais e 15 geneticamente modificadas, avaliadas nos aspectos de ciclo, produtividade, doenças, acamamento e quebramento de plantas.

Os experimentos foram conduzidos em Cambará, Campo Mourão, Floresta, Guarapuava, Londrina, Palotina, Ponta Grossa, Santa Helena e Santa Tereza do Oeste, abrangendo todas as regiões produtoras da primeira safra de milho no Paraná.

Avaliação estadual de cultivares de milhoBT 86 – Avaliação estadual de cultivares de milho: segunda safra 2015 – 2015, 101 p. (Pedro Sentaro Shioga, Antonio Carlos Gerage, Pedro Mário de Araújo, Rodolfo Bianco e Adriano Augusto de Paiva Custódio).
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Apresenta resultados de avaliações realizadas na segunda safra de 2015 envolvendo 24 cultivares convencionais e 35 cultivares geneticamente modificadas. Os ensaios foram conduzidos nos municípios de Cambará, Campo Mourão, Floresta, Londrina, Palotina, Santa Helena e Sertanópolis.

maracuja amareloBT 85 – Avaliação estadual de cultivares de milho: safra 2014/2015 – 2015, 101 p. (Pedro Sentaro Shioga, Antonio Carlos Gerage e Pedro Mário de Araújo, Rodolfo Bianco e Adriano Augusto de Paiva Custódio).
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Contém os resultados de ensaios envolvendo 24 cultivares geneticamente modificadas e 20 convencionais. Segundo dois critérios de altitude (acima e abaixo de 700 metros), esses materiais tiveram o comportamento avaliado nos quesitos ciclo, produtividade, doenças, acamamento e quebramento de plantas.

Abrangendo todas as regiões que cultivam a primeira safra do cereal no Paraná. Os experimentos foram conduzidos nos municípios de Cambará, Campo Mourão, Cascavel, Floresta, Guarapuava, Londrina, Palotina, Pato Branco, Ponta Grossa, Santa Helena, Santa Tereza do Oeste e Umuarama.

Dejeto líquido de suíno como fertilizante orgânicoBT 84 – Dejeto líquido de suíno como fertilizante orgânico: método simplificado – 2015, 26 p. (Mário Miyazawa e Graziela Moraes de Cesare Barbosa).
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Ensina a usar o densímetro - um instrumento de laboratório encontrado facilmente no comércio - para calcular o teor de nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K) em dejetos provenientes da criação de suínos, visando sua utilização como adubo orgânico na agricultura.
maracuja amareloBT 83 – Maracujá-amarelo: recomendações técnicas para cultivo no Paraná – 2015, 54 p. (Sérgio Luiz Colucci de Carvalho, Neusa Maria Colauto Stenzel, Pedro Antonio Martins Auler).   
- Para aquisição: R$ 5,00
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Orienta a produção de maracujá-amarelo (Passiflora edulis) nas condições de solo e clima do Paraná: regiões indicadas para o cultivo; critérios para seleção de cultivares; formação de mudas; implantação do pomar; manejo de plantas daninhas, pragas e doenças; colheita e comercialização. Destaca-se, ainda, um capítulo totalmente dedicado aos índices técnicos necessários para o cálculo dos custos de produção.

maracuja amareloBT​ 81 – Avaliação estadual de cultivares de​ milho: safra 2013/2014​ – Pedro Sentaro Shioga, Antonio Carlos Gerage, Pedro Mário de Araújo, Rodolfo Bianco​
e​ Adriano Augusto de Paiva Custódio​ –​ 2014, 106 p.
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Este​ boletim​ reúne​ informações sobre o comportamento agronômico de um grupo de cultivares​,​ convencionais e geneticamente modificadas,​ em diferentes ambientes das regiões produtoras de milho no Paraná. ​O objetivo é oferecer subsídios à assistência técnica e aos produtores para a seleção adequada​ de cultivares​ no planejamento do plantio da safra.

BT80BT 80 – Avaliação estadual de cultivares de milho: segunda safra 2013 – Pedro Sentaro Shioga, Antonio Carlos Gerage, Pedro Mário de Araújo, Rodolfo Bianco e Adriano Augusto de Paiva Custódio – 2013, 7​3p.
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O objetivo do boletim técnico é oferecer parâmetros ​para a ​seleção dos materiais de melhor desempenho e mais adaptados às diferentes condições de solo e clima das regiões produtoras de milho segunda safra no Paraná.​ A presenta resultados de ensaios envolvendo 11 cultivares convencionais e 42 geneticamente modificadas. As avaliações foram conduzidas na segunda safra de 2012 em Cambará, Campo Mourão, Floresta, Londrina, Palotina, Primeiro de Maio, Santa Helena, Sertanópolis e Umuarama.

Bt79BT 79 – Avaliação estadual de cultivares de milho: safra 2012/2013 – 2013, 100 p. (Pedro Sentaro Shioga, Antonio Carlos Gerage, Pedro Mário de Araújo, Adriano A. de Paiva Custódio e Rodolfo Bianco).
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Apresenta resultados de ensaios realizados com 15 cultivares convencionais e 34 Bt (geneticamente modificadas para resistência à lagarta-do-cartucho). Os estudos foram conduzidos em 13 municípios do Paraná - Cambará, Cascavel, Campo Mourão, Floresta, Guarapuava, Londrina, Palotina, Pato Branco, Ponta Grossa, Santa Helena, Santa Tereza do Oeste, Umuarama e Wenceslau Braz.

bt77BT 78 –  Avaliação estadual de cultivares de milho: segunda safra 2012 – 2012, 114 p. (Pedro Sentaro Shioga, Antonio Carlos Gerage, Pedro Mário de Araújo e Rodolfo Bianco).
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Apresenta resultados de ensaios realizados na safrinha 2012com 31 cultivares convencionais (11 superprecoces e 20 precoces) e 43 Bt (17 superprecoces e 26 precoces). Os estudos foram conduzidos nos municípios de Cambará, Campo Mourão, Floresta, Londrina, Mariluz, Palotina, Primeiro de Maio, Santa Helena e Sertanópolis.

bt77BT 77 –  Avaliação estadual de cultivares de milho: safra 2011/2012 – 2012, 116 p. (Pedro Sentaro Shioga, Antonio Carlos Gerage, Pedro Mário de Araújo, Gustavo Hiroshi Sera e Rodolfo Bianco).
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A obra apresenta resultados de ensaios realizados com 22 cultivares convencionais e 44 Bt, em ambos os casos envolvendo materiais de ciclo normal, precoce e superprecoce. Os estudos foram conduzidos em 13 municípios do Paraná - Cambará, Cascavel, Campo Mourão, Floresta, Guarapuava, Londrina, Palotina, Pato Branco, Ponta Grossa, Santa Helena, Santa Tereza do Oeste, Xambrê e Wenceslau Braz.

BT 74BT 75 – Avaliação estadual de cultivares de milho: safrinha 2011 – 2011, 78 p. (Pedro Sentaro Shioga, Antonio Carlos Gerage, Gustavo Hiroshi Sera, Pedro Mário de Araújo e Rodolfo Bianco).       
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O boletim técnico “Avaliação Estadual de Cultivares de Milho - Safrinha 2011”, dos pesquisadores Pedro Sentaro Shioga, Antonio Carlos Gerage, Gustavo Hiroshi Sera, Pedro Mário de Araújo e Rodolfo Bianco tem por objetivo oferecer parâmetros que auxiliem técnicos e produtores a escolher materiais de melhor desempenho e mais adaptados às diferentes condições de solo e clima encontradas nas regiões produtoras de milho safrinha no Paraná.
A publicação apresenta resultados de ensaios envolvendo 42 cultivares convencionais (20 superprecoces e 22 precoces) e 39 Bt (15 superprecoces e 14 precoces). As avaliações foram conduzidas na safrinha 2011, em Cambará, Campo Mourão, Floresta, Londrina, Mariluz, Palotina, Primeiro de Maio, Santa Helena, e Sertanópolis.
Em função dos eventos climáticos, os pesquisadores alertam que a safrinha é uma safra de risco. Eles lembram que, neste ano, a escassez de chuva em maio e as geadas de 27 e 28 de junho causaram uma diminuição de 12% na produção, em relação ao plantio de 2010.

BT 74BT 74 –  Diversificando áreas com cultivo do tabaco: uma experiência no Centro-Sul do Paraná – 2011, 65 p. (Dirk Claudio Ahrens, Rafael Fuentes Llanillo e Róger Daniel de S. Milléo).
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Dirigida a extensionistas e técnicos envolvidos no aconselhamento de pequenos produtores, apresenta alternativas para diversificar plantios de tabaco, aplicando sobretudo o sistema orgãnico de cultivo. Realizado em propriedades de 22 municípios do Vale do Iguaçu e do Centro-Sul do Paraná, o estudo mostrou que a diversificação é uma estratégia viável para diminuir a dependência do produtor em relação à indústria fumageira e, ainda, que o fumo pode ser totalmente substituído nas propriedades, desde que as alternativas propostas gerem produtos de alto valor agregado.

BT 73BT 73 –  Avaliação estadual de cultivares de millho: safra 2010/2011 – 2011, 111 p. (Pedro Sentaro Shioga, Antonio Carlos Gerage,
Pedro Mário de Araújo, Gustavo Hiroshi Sera e Rodolfo Bianco).
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O objetivo do Boletim Técnico nº 73 é avaliar cultivares de milho recomendadas pelas empresas de melhoramento em diferentes condições edafoclimáticas de diferentes regiões do Paraná e disponibilizar essas informações para técnicos e agricultores.
A publicação traz avaliações em 10 municípios do Paraná: Londrina, Cambará, Campo Mourão, Floresta, Goioerê, Palotina, Pato Branco, Ponta Grossa, Guarapuava, Santa Helena, Wenceslau Braz e Xambrê com cultivares de 13 empresas produtoras; comportamento da precipitação no período de outubro de 2010 a março de 2011 além de tabelas com resultados médios dos ensaios de avaliação de cultivares convencionais e do grupo BT resistentes lagartas, dentre outras informações.

BT 73BT 72 - Avaliação estadual de cultivares de millho: safrinha 2010 – 2010, 76 p. (Pedro Sentaro Shioga, Antonio Carlos Gerage, Gustavo Hiroshi Sera, Pedro Mário de Araújo, Rodolfo Bianco).
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O baixo preço do grão vigente no início dessa safrinha do milho foi o maior responsável pela redução de 11% na área plantada no Paraná após duas safras seguidas que atingiram mais de 1,5 milhão de hectares. Mesmo assim, por falta de outras opções rentáveis, a área plantada alcançou 1.356.712 ha. Com boas condições de clima, sem a ocorrência de geadas, a produção atingiu 6.378.958 t, número 43% superior ao da safra passada, e a produtividade média alcançou 4.702 kg.ha-1 (SEAB/DERAL, 2010). Somando-se as duas safras, normal e safrinha, a produção total alcançou 13,3 milhões de toneladas de grãos, consolidando o Paraná como o maior produtor nacional de milho. A recuperação dos preços nos meses de agosto e setembro acompanhada pela boa produtividade alcançada nesta safrinha premiou os produtores que apostaram no cultivo do milho. O presente trabalho teve como objetivo avaliar diferentes cultivares de milho em vários ambientes, visando a identificar as mais adaptadas e estáveis, definindo o posicionamento relativo das cultivares em cada região e contribuindo com o agricultor no processo de escolha para o plantio.

BT 71 – Espaçamento entre terraços em sistema de plantio direto – 2010, 59 p. (João Henrique Caviglione, Jonez Fidalski, Augusto Guilherme de Araújo, Graziela Moraes de Césare Barbosa, Rafael Fuentes Llanillo, Adriano Rausch Souto).
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Estudo de um grupo de pesquisadores do IAPAR que, utilizando modelos para simular perdas de solo em diferentes espaçamentos entre terraços, comparou as perdas de solo em Sistema de Plantio Direto e em situação de plantio convencional, em condições de alta e baixa erosividade (quantidade de chuva). O uso do terraceamento deve ser mantido em SPD por ser uma pratica eficiente para controle da erosão, principalmente em anos de chuvas mais intensas. O boletim técnico respaldou a elaboração de uma resolução pela Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento (Seab), que normatiza o uso dos métodos de conservação de solos que devem ser adotados. A resolução está vigorando desde o dia 3 de setembro de 2010.

bt 69BT 69 – Avaliação estadual de cultivares de millho: safra 2009/2010 – 2010, 112 p. (Pedro Sentaro Shioga, Antonio Carlos Gerage, Pedro Mário de Araújo e Gustavo Hiroshi Sera)
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O boletim técnico Avaliação Estadual de Cultivares de Milho Safra 2009/2010 reúne informações sobre o comportamento agronômico de um grupo de cultivares de milho convencionais e geneticamente modificadas em diferentes ambientes das regiões produtoras de milho no Paraná. Objetivo é oferecer subsídios à assistência técnica e aos produtores na escolha adequada de cultivares de milho. As tabelas mostram, dentre as tecnologias disponíveis para o cultivo do milho, os ganhos gerados pelo melhoramento convencional através da obtenção de híbridos com potenciais produtivos cada vez mais elevados. Além disso, outras características importantes foram incorporadas por meio de melhoramento genético ao longo dos últimos anos, como resistência a doenças e pragas.

BT 68 – Rede de propriedades familiares agroecológicas: uma abordagem sistêmica no Centro-Sul do Paraná – 2006, 79 p. (Aníbal dos S. Rodrigues, Dirk C. Ahrens, Maria Izabel Radomski e Roger D. de S. Milléo).
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A publicação traz os resultados obtidos pela Rede de Propriedades Familiares Agroecológicas, da Região Centro-Sul do Paraná, nos seus três primeiros anos de existência. Realizado pela equipe do programa Sistemas de Produção do Pólo de Pesquisa do IAPAR de Ponta Grossa, e por extensionistas da Emater-PR das regiões de União da Vitória e Irati, o trabalho tem como objetivo a geração de referências para o sistema de produção baseadas nos princípios da agroecologia. A obra resgata o histórico das atividades de promoção da agricultura familiar no Centro-Sul do estado; aponta as características naturais e socioeconômicas da região; apresenta os dados do acompanhamento das propriedades e as contribuições da Rede de Propriedades Familiares Agroecológicas. O material demonstra o potencial do trabalho na geração e difusão de referências, visando orientar o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar.

BT 67 – Desenvolvimento de pupunha (Bactris gasipaes Kunth) cultivada para palmito em diferentes regiões do Paraná –  2002, 54 p. (Francisco Paulo Chaimsohn; Morsbach, N.; Durigan, M.E.; Treitny, M.R.; Gomes, E.P.)
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Em função de restrições legais, ecológicas e sociais da atividade extrativa, tem crescido no Brasil a produção de espécies de palmito cultivado. Entre elas destaca-se a pupunha (Bactris gasipaes), que foi introduzida no Paraná pelo IAPAR em 1986, na região litorânea. Posteriormente foi levada a outras áreas do estado, como o Noroeste, o Norte e o Oeste, regiões que apresentam condições edafoclimáticas muito distintas das da Amazônia, a área tradicional de exploração da espécie. O cultivo de pupunha para palmito pode ser uma importante alternativa agroecológica de diversificação e fonte de renda para sistemas de produção. Devido às diferenças de condição citadas, o cultivo da palmeira demanda adequação e/ou geração de tecnologia apropriada. Este trabalho apresenta os resultados de unidades de observação de B. gasipaes cultivada para palmito e a avaliação do seu desempenho nas diferentes regiões. Atende uma grande demanda de técnicos e produtores sobre a produção de palmito no Paraná.

BT 66 – Clima - Programa computacional para organização e análise de dados meteorológicos – 2002, 29 p. (Rogério T. de Faria)
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O Boletim Técnico nº 66 - Clima - Programa Computacional para organização e análise de dados meteorológicos" – é um sistema criado pelos pesquisadores Rogério Teixeira de Faria e Paulo Henrique Caramori, das Áreas de Engenharia Agrícola e Agrometeorologia, com desenvolvimento de programação dos bolsistas Eduardo Y. Chibana, Agnaldo Koiti Nakamura, Aline Rodrigues e Luciano Roberto de Souza Brito, do Consórcio Café e Programa de Iniciação Científica do CNPq/IAPAR. O programa possibilita cadastrar estações meteorológicas, importar dados climáticos, fazer a consistência dos dados importados, estimar dados para períodos com erros ou falhas de coleta, calcular evapotranspiração potencial por diferentes métodos, determinar médias, desvio-padrão e probabilidades para períodos decendiais, mensais e anuais, a partir de dados diários, e apresentar os resultados em forma de gráficos e tabelas, que podem ser copiados para uso em outros aplicativos computacionais ou comparados com os resultados de outras estações já cadastradas no sistema.

BT 65 – Efeitos do fornecimento de diferentes níveis de caroço de algodão para vacas em lactação recebendo silagem de milho ou silagem de sorgo – 2002, 15 p. (José Lino Martinez, Pedro Luiz Thomazini)
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O trabalho, de autoria do pesquisador José Lino Martinez e do técnico agrícola Pedro Luiz Thomazini, apresenta os resultados de experimentos do IAPAR com a utilização de caroço de algodão na alimentação de vacas leiteiras. Realizados na Estação Experimental do Canguiri, em Pinhais, os testes ocorreram com silagem de milho (de junho a agosto de 1995 e 1996) e com silagem de sorgo (de setembro a novembro de 1995 e 1996). Dada a sua composição, o caroço de algodão, subproduto da lavoura algodoeira rico em gordura, pode constituir um importante suprimento energético e maximizar a produção do leite. A metodologia empregada nos dois experimentos foi a mesma, empregando níveis que variavam de 0 a 50% de caroço de algodão nos concentrados. Para cada etapa foi usado um lote de dez vacas da raça Holandês, com os controles de consumo e produção feitos diariamente. A condução dos trabalhos buscou mostrar ao produtor o desempenho leiteiro e o consumo de alimentos das vacas suplementadas com o caroço de algodão, assim como as limitações de uso do produto.

BT 64 – Influência de diferentes níveis de nitrogênio sobre a produção de matéria seca na cultura do azevém (Lolium multiflorum Lam.) na região metropolitana de Curitiba – 2000, 15p. (Flora Osaki)
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O Boletim Técnico nº. 64 apresenta experimento que analisou diferentes doses de nitrogênio na produção de matéria seca para a cultura do azevém (Lolium multiflorum Lam.). As pastagens naturais são constituídas principalmente por espécies de estação quente, cujo valor nutritivo e produção são reduzidos durante o inverno, causando baixo índice de desfrute. Na tentativa de suprir a falta de alimento, a utilização de pastagens cultivadas de inverno tem sido adotada. Publicação da pesquisadora Flora Osaki, da Área de Solos do IAPAR, o boletim traz o estudo realizado de março a outubro de 1995 no Centro de Estações Experimentais do Canguiri, município de Piraquara. A metodologia empregou blocos ao acaso em arranjo fatorial: 5 doses de nitrogênio (0, 100, 200, 300 e 400 kg/ha) x 7 épocas de corte (58, 76, 86, 98, 105, 118 e 125 dias após o corte de nivelamento), com 5 repetições. O trabalho visa avaliar os efeitos dos níveis de nitrogênio e determinar sua porcentagem crítica para a cultura do azevém.

BT 63 - A terceirização na produção agrícola: a dissociação entre a propriedade e o uso dos instrumentos na moderna produção agrícola paranaense – 2000, 201 p. (Antonio Carlos Laurenti)
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O objetivo da obra é evidenciar, no cenário agrário brasileiro e em particular no estado do Paraná, a expressão empírica e as implicações específicas do movimento de reorganização da produção agrícola, que se caracteriza, entre outros aspectos, pela dissociação entre a posse e o uso dos instrumentos de trabalho. A terceirização da produção é uma das razões do “desmonte” das explorações agropecuárias em todo o mundo. Cada vez menos o que se faz da “porteira pra dentro” revela a complexidade das relações sociais e econômicas envolvidas nas atividades agropecuárias modernas. Antonio Carlos Laurenti, pesquisador da Área Técnica de Socioeconomia do IAPAR, apresenta dados da terceirização dos trabalhos agrários diretos no país, relaciona a unidade de produção agrícola com as principais interpretações da economia política, passa por aspectos microeconômicos e pelas condições da terceirização, na tentativa de explicar a reorganização do meio rural e as novos setores de atuação na produção.

BT 62 - Índice de nutrição nitrogenada na cultura do azevém (Lolium multiflorum Lam.) para a Região Metropolitana de Curitiba – 2000, 17 p. (Flora Osaki)
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O objetivo do trabalho foi avaliar o nível crítico de nitrogênio na cultura do azevém (Lolium multiflorum Lam.). Foi utilizada uma instalação de módulo experimental na Estação Experimental do Canguiri, que é vinculada ao Centro de Estações Experimentais do Setor de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Paraná, e o período estudado foi o de março a outubro de 1995. O nitrogênio se destaca pelo seu acentuado dinamismo na natureza, e é essencial para a produção de elevadas quantidades de matéria seca em plantas forrageiras. O teste, da pesquisadora da Área de Solos do IAPAR Flora Osaki, utiliza o NNI, índice de nutrição nitrogenada, que é apontado como importante ferramenta na avaliação da condição nitrogenada de algumas culturas. O experimento visa, além de determinar a porcentagem crítica de nitrogênio, verificar o índice de nutrição nitrogenada da cultura de azevém para diferentes doses de adubo nitrogenado.

BT 61 –  Café: competitividade da cadeia produtiva no sistema cooperativo do Paraná – 2000, 55 p. (Moacyr Doretto)
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O objetivo do estudo é verificar a competitividade da cadeia produtiva do café no sistema cooperativo, por meio do valor adicionado a preços de mercado. Os dados foram obtidos em entrevistas nas cooperativas agrícolas com unidades de torrefação. Dividida em sete capítulos, a publicação apresenta a revisão bibliográfica acerca do processo de diminuição da competitividade do café brasileiro no mercado interno e externo; a metodologia para a definição da unidade de referência de análise e a mensuração do valor adicionado nos segmentos da cadeia produtiva; o fluxograma da cadeia produtiva do café, destacando as duas formas de verticalização da produção; o fluxograma da cadeia com o valor adicionado segundo os grupos de agentes econômicos envolvidos com a transação do produto e as conclusões pertinentes à competitividade da cadeia do café.

BT 59 – Teste de tetrazólio em sementes de café – 1998, 15 p. (Maria Cristina de Lima Dias e Walter Rodrigues da Silva)
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O teste de tetrazólio, apresentado neste boletim, é um método rápido, que estima a viabilidade das sementes com base na alteração da coloração dos tecidos vivos em presença de uma solução de sal de tetrazólio. Começou a ser mais difundido no Brasil na década de 1970. Os testes de germinação, na maioria das espécies cultivadas, necessitam de 7 a 30 dias para obtenção dos resultados, enquanto o de tetrazólio pode informar a viabilidade de um lote em algumas horas. Maria Cristina Leme de Lima Dias e Walter Rodrigues da Silva apresentam este estudo com base no material didático utilizado em palestras e aulas, atingindo a crescente demanda de informações sobre a metodologia do teste. Trabalho da Área de Propagação Vegetal e do Programa Café do IAPAR, este manual traz grande contribuição para produtores, analistas, estudantes e interessados pelo assunto.

BT 58 – Variabilidade genética da alfafa: marcadores agromorfológicos e moleculares – 1998, 59 p. (Maria Lúcia Crochemore)
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Reúne as informações necessárias para o conhecimento e manejo da cultura. A alfafa é uma leguminosa forrageira cujo cultivo desperta interesses como a fixação simbiótica do nitrogênio na fitomassa. Ela promove, graças ao seu forte sistema radicular, mobilização de nutrientes das camadas mais profundas do solo, boas qualidades nutricionais para os animais e alta produtividade, mesmo em condições de seca. Possui múltiplas utilizações: massa verde, pastagem, forragem verde, feno, silagem, extração de proteínas e santofilas, produção de fibras para a indústria papeleira etc. O estudo da variabilidade genética da alfafa, baseado na utilização de caracteres morfológicos e agronômicos, é uma contribuição importante para o conhecimento da espécie. O trabalho traz atualizações e informações úteis aos interessados na cultura.

BT 56 – Efeitos de diferentes espaçamentos de grevílea em consórcio com cafeeiros – 1997, 24 p. (A. J. Baggio, Paulo H. Caramori, Armando Androcioli Filho, Luciano Montoya)
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A geração de novas alternativas contra geadas, em especial no Paraná, que é área de risco, é essencial para que a cafeicultura possa se manter como uma atividade estável. A utilização de árvores associadas com cafeeiros é uma prática de manejo antiga e comum em países tropicais, com a utilização de diversas espécies. Empregada há várias décadas no sombreamento de café e chá, a grevílea (Grevillea robusta) é uma espécie considerada de usos múltiplos. Neste trabalho, são apresentados resultados de um experimento de espaçamentos de grevílea em cafeeiros, com a respectiva discussão do efeito de cada tratamento na produção de café e da produtividade do sistema. Foram avaliadas cinco densidades populacionais da espécie em consórcio com cafeeiros, no período de 1985 a 1994 em Terra Boa, com o objetivo de analisar a proteção contra geadas e a produtividade dos sistemas arborizados e a pleno sol.

BT 55 – O amendoim cavalo (Arachis hypogaea) como alternativa para cultivo intercalar em lavoura cafeeira – 1997, 20 p. (Júlio C. D. Chaves, Renzo H. Gorreta, C. A. Demoner, G. Casanova Jr, D. Fantin)
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Demonstra o potencial do amendoim cavalo como espécie para adubação verde/cultura intercalar em lavoura cafeeira. O amendoim cavalo é uma leguminosa de ciclo longo, aproximadamente 200 dias da semeadura a colheita dos grãos, o que garante a cobertura do solo durante todo o período de precipitações mais intensas. Para o estudo, foram conduzidas três unidades de observação em solos argilosos e arenosos, em parceria com a Emater-PR. O trabalho foi realizado em lavouras cafeeiras tradicionais e adensadas, apresentando as avaliações de crescimento (cobertura do solo), umidade, fertilidade do solo, economia no tempo de capina, produção de sementes, biomassa e acumulação de nutrientes, nas respectivas épocas mais oportunas. O objetivo da publicação é divulgar o comportamento do amendoim cavalo, bem como as virtudes de proteção e melhoria da fertilidade do solo que o qualificam como mais uma espécie alternativa para os produtores rurais.

BT 53 – Produção animal em pastos de hemártria nos Campos Gerais do Paraná – 1997, 15 p. (Sérgio Roberto Postiglioni).
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Hemarthria altissima é uma gramínea de estação quente originária da África do Sul, introduzida no Brasil pela da Universidade da Flórida (EUA), e que tem demonstrado boa adaptação às regiões Sul, Oeste e Sudoeste do Paraná. A cultivar IAPAR 35 - Roxinha foi a primeira a ser lançada no estado, destacando-se por sua persistência, produção e rebrote vigoroso no início da estação de crescimento. A cultivar IAPAR 36 – Flórida caracteriza-se por apresentar rápido estabelecimento, alto potencial forrageiro e boa digestibilidade da matéria seca. Para comparar as pastagens de hemártria, o IAPAR conduziu nos anos de 1992, 1993 e 1994 um estudo no município de Ponta Grossa. O trabalho utilizou delineamento de blocos casualizados com duas repetições, adotando a técnica de pastejo put and take. O objetivo deste estudo foi verificar a performance animal e a produtividade das hemártrias Roxinha e Flórida na região dos Campos Gerais do Paraná.

BT 51 – Doenças de canola no Paraná – 1996, 32 p. (Rogério M. L. Cardoso, Marco A. R. de Oliveira, Regina M. V. B. de C. Leite, Cristiane de J. Barbosa, Luis C. Balbino)
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Doenças de canola no Paraná, resultado da colaboração entre a Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (OCEPAR) e o IAPAR, fornece informações sobre doenças observadas em canola no estado em 1993 e 1994. A canola selecionada de cultivares de colza, nome vulgar das espécies Brassica napus e B. campestris, desempenha importante papel na produção de óleo vegetal comestível em nível mundial. Como crucífera, está sujeita a doenças e pragas que afetam essa família, onde se incluem nabo, repolho e mostarda, entre outras plantas. Foram usados para o estudo levantamentos realizados em propriedades de regiões representativas do estado, complementados por revisão bibliográfica. Ao mesmo tempo em que identifica a maior parte dos agentes fitopatológicos da cultura nesse período, a publicação sugere métodos de controle, com base na literatura disponível.

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